Corratec Allroad Custom – Allroad do Patrão!

Resolvi chamar esse post de Bike do Patrão, porque afinal sou o responsável por pagar a galera no final do mês. Vou contar a história da bike e me segurar para não contar também a minha relação e amor pelas bikes allroad, gravel bikes ou adventure bikes, isso vai ter que ficar para um outro post pois sei que tenho uma forte tendência a ser prolixo.

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Ainda que possamos diferenciar esses três estilos de bike, a raiz desses estilos é uma só, e diversas vezes algumas bikes poderão ser inseridas em mais de uma das três categorias, e até chamadas por nomes diferentes. Allroads e gravel se diferenciam para algumas pessoas, para mim se diferenciam mais em configurações do que de fato no quadro e grafo que são a essência dinâmica da magrela. Gravel, ou gravel grinder é também um estilo de prova nos EUA, gravel é um tipo de piso, pode ser diretamente traduzido como cascalho… Mas essas definições também serão prolixas, especialmente se feitas por mim, portanto vão virar outro post. Vamos também dedicar um post para as duas versões da Corratec Allroad assim que versão Ultegra aterrisar no Brasil!

A Allroad que usamos como base para esse projeto vem com um grupo Shimano Claris, freios TRP Spyre (que nos agradam bastante), e um quadro com acabamento com soldas aparentes, alumínio escovado e garfo em carbono preto, alguns detalhes em vermelho anodizado… Os grafismos são bem discretos e delicados, abaixo o detalhe do logotipo da marca desenhado no downtube apenas em contorno vermelho.

Corratec_logoEssa Allroad acabou se tornando um grande laboratório, assim como os conceitos de gravel, allroad ou adventure não oferecem limiares exatos para sua definição, os recursos que essas bikes devem oferecer também não estão claros e variam entre usuários, regiões e aplicações das bikes. Por isso experimentação e escutar muito os amigos com um pouco mais de experiência, a quem aproveito pra agradecer. O Rodrigo Roux, que me ensinou o que é gravel e foi o usuário que eu conheço que mais cedo adotou esse tipo de bicicleta, talvez eu esteja sendo injusto com outro amigo e que hoje é ciclista apoiado pela Velodrome, Vinícius Martins, que também adotou o estilo antes que o mesmo se definisse claramente.  Carlos Pedro Sant´Anna é outro com quem aprendo todos os dias! Uma pena que esteja de volta a viver em Portugal, pois não há um contato pelo Whatsapp que seja em que eu não aprenda algo novo com ele.

As gravel bikes são bikes cheias de personalidade, e na minha concepção as marcas ditam bem pouco dessa personalidade. O usuário é que vai determinar os principais traços da bichinha ,que só ganha vida própria com modificações e adaptações dirigidas aos objetivos do dono. Parece estranho? Não é para quem está brincando com as gravel há alguns anos.

Mas vamos dissecar a bicicleta do tiozinho aqui:

Guidao_cockpit_GPS_topcap_Fita_terminais_borracha

Usei um guidão com flare (abertura nas “pernas” baixas do guidão) bem grande, é um Salsa, modelo Wood Chipper 2. Explico as utilidades dele, já que escolher ele por gosto estético seria improvável! (há diferentes graus de flare para escolha do ciclista)

A parte de cima dele é um guidão drop normal, mas já joga os manetes para os lados deixando-os meio na diagonal, isso dá mais firmeza na pegada dos manetes na minha opinião. O drop é bem aberto e longo, o que permite posições diferentes para varias posições em distâncias longas. É nessa parte de baixo que o danado entrega o seu melhor! O guidão drop comum, na terra oferece pouca estabilidade, pois a largura dele é bem menor do que um guidão riser (guidão comum de MTB), já no Wood Chipper a parte de baixo é perfeita para descidas fora de estrada! Deixa muita MTB para trás, mesmo com garfo rígido de carbono, e a diversão é garantida num downhill. O pouco que ele oferece a mais em segurança na pilotagem faz muita diferença!

De tanto gostar de usar esse guidão acabei achando ele esteticamente bacana. Ele é tipo aquela menina que de tão legal fica bonita. (ou menino…)  E ele aceita lindamente as ponteiras do guidão original da Corratec! Usei as fitas de guidão originais da bike pois são duráveis e bonitas, e ainda fazem o “merchan” da marca que vendemos. Uso o avanço de guidão original Corratec, marca Zzyzzyx, O fit bateu de cara, tenho até medo de tirar ele e desajustar! topcap

Para finalizar o “manubrio” uso um suporte de GPS Sram e um GPS Bryton Rider 530, passei muito perrengue com os Garmin que ainda uso, mas nessa bike acabo usando primordialmente o Bryton, que é mais barato e funciona tão bem quanto um Garmin com maior duração de carga de bateria.

Os detalhes ficam por conta dos espaçadores anodizados em vermelho, e a tampa do headset personalizada pela www.topcaps.com.br . Valeu Caio Carlucci, você é o cara!

Alavancas STI shimano 105 acionam os freios e trocam as marchas, minha mão se entende melhor com a anatomia das séries de 10v antigas da Shimano do que com as novas de 11v mais estreitas. A área de pressão nas mãos acaba sendo maior e distribui melhor as chacoalhadas do fora de estrada nos modelos antigos. Outra vantagem de se usar passadores Shimano STI de 10v no padrão antigo é que eles são compatíveis com câmbios de 9v de Mountain Bike! Cambios de MTB = Molas mais rígidas, cage mais longo, maior versatilidade na escolha de quantidade de dentes no cassete e coroas, menos bateção de corrente no quadro.

E vamos da frente da bike para trás junto com essa mistura componentes que pode parecer maluca! Cambio Shimano XT de 9v, e manetes road Shimano 5700. O modelo do XT é o  M772 que tem uma outra grande vantagem, ainda que se possa usar o M771, o M772 é shadow! Isso significa que bate menos, não vou entrar em detalhes! Só para que vocês entendam, não se pode usar cambios de MTB de 10v ou mais com manetes STI para road, eles tem puxadas de cabo diferentes, para misturar os dois precisamos de um “carinha” chamado shiftmate, que adapta a puxada do cabo, porém é um paranauê a mais para dar problemas, para perder se o cabo se romper, não é fácil de repor e não é baratinho.

CambioXT_Cassete_Sram_11-36

Manete105_terminalguidão

O Câmbio Shadow unido ao LPC, desenho rebaixado do chainstay, característico dos quadros Corratec elimina quase por completo o “chainslap” da corrente com o quadro. Usei roldanas em alumínio anodizado em vermelho da KCNC, mas só porque ganhei elas do distribuidor que viu as fotos dessa bike…
O Cassete é um Sram PG-1030 com relação 11-36, 36 dentes para gravel parece um luxo, mas já colocamos 11-40 e até 11-50 em Allroads e outros modelos de gravel!
A corrente é upedal_crank_pedivela_coroasma Ultegra de 10v aí na foto, mas uso mesmo é KMC X10, corrente indestrutível! Acho bem melhor do que as Shimano, muito mais duráveis também.

Câmbio dianteiro Ultegra, de 10V. Acho ótimo esse quadro exigir abraçadeira ao invés de de ter o braze-on para sefurar o câmbio dianteiro, que te limitaria a não fazer muitas gambiarras em tamanhos de coroas ou dificultaria o uso de um grupo XT Di2. Sempre falo que esse quadro é muito versátil em todos os detalhes!

Usei um pedivela Sram de carbono com aranha removível, esse pedivela é leve e aceita medidor de potência (ainda sonhando com um),  tem BCD110 com coroas de 5 furos simétricas, ou seja, usa coroas no estilo peça de fusca, tem em qualquer esquina e de várias marcas diferentes…

Movimento central GXP, rosca inglesa, esse central é assimétrico tendo o rolamento mais robusto do lado das coroas, onde é mais exigido.

Os parafusos anodizados para segurar as coroas são outro presente do pessoal da KCNC! Espero que não tenha ficado muito brega, apesar de as vezes achar que tem muito vermelho na bike.
Pedais Crank Brothers Candy 7 vermelhos com preto. Acho que sistema Crank Brothers vs Shimano SPD de pedais é como Apple vs PC, Canon vs Nikon, Android vs iOS, são disputas que não tem fim e não tem um vencedor, mas dois. Se os sistemas não fossem de fato muito eficientes não teriam adoradores os defendendo com tanto afinco! Eu sou fã dos Crank Brothers, mas migraria para Shimano SPD sem muita dificuldade, a não ser pelo design! E aí na foto acima você pode ver porque os Crank podem ser tão atraentes!

Juin_Tech_freio_garfo_carbon_Blocagem

Juin_Tech_freio_LPC_Blocagem

Os freios são um ponto de dificuldade no gravel, manetes STI hidráulicos são caros, freios mecânicos à cabo em sua maioria são muito ruins… A TRP lançou uns anos atrás uma solução o  HY/RD, modelo que é acionado por cabo e tem pistão hidráulico local, ano passado a Juin Tech lançou um modelo semelhante, o R1, porém mais leve. Optamos por esse último.  Estou contente com eles, apesar de não ser a mesma coisa que um 100% hidráulico. Já o custo benefício é bem agradável! Um par de pinças hidráulicas com manetes passa de 3mil reais fácil! Nem por isso são fáceis de se achar, as pinças Juin Tech estão à venda na Velodrome por 849 reais.  São uma solução de baixíssima manutenção, e bastante eficientes, reduzindo a força que o ciclista precisa imprimir sobre os manetes para frear, e permitindo uma modulação mais precisa na frenagem.

Selim_Fizik_Canote_Ergon_Abracadeira

Usamos um selim Fizik Antares com trilhos de K:yum com cerca de 200g. Acho desnecessário comentar a qualidade dos Fizik, aqui no Brasil temos um sério problema de orientação na hora de vender esses selins que acabam por fazer algumas pessoas rejeitarem o produto, mas se recomendarem o selim certo para o ciclista certo é difícil um ciclista ficar insatisfeito com um Fizik!
Canote é um Ergon de carbono com bastante complacência para aumentar o conforto, porém é possível que reavaliemos e coloquemos um Fizik de carbono, o Ergon não parece muito confiável no fora de estrada e acaba balançando demais na pedalada…

Nos faltou comentar das rodas! Na verdade são dois pares de rodas, um par para uso urbano e estrada e um par para uso offroad. As rodas urbanas são 100% pretas e recicladas, dos cubos aos raios. Não coloquei fotos do par de uso urbano, mas são rodas montadas com restos, aros de uma roda Axis cujo cubo tinha estragado, raios DT Swiss usados, e cubos que vieram de um refugo do Vinícius por não aceitarem 11v! Veja aí outra vantagem de se usar 10! Sobra muita peça no mercado de usados de boa qualidade mas que ficaram obsoletas para os mais exigentes eatualizados. Para quem fica com 10v em speed então nem se fala, o que tem por aí de roda de carbono com preços incríveis por não terem cubos e freehubs que aceitam 11v. Usamos pneus Continental Sport Contact 28×1 e 1/4 (+ ou – 700×32) com câmaras e selante dentro delas nessas rodas de asfalto.

Cubo_novatec_Aro_Crest_Continental_Cyclocross_Speed

Nas rodas offroad usamos pneus Continetal Cyclocross Speed 700×35 montados tubeless (sem câmara) com mistura de selantes de duas marcas e raspa de borracha no líquido (truque que ajuda a selar furos maiores nos treinos na trilha do Ibirapuera). Tubeless pode ser uma ciência, e estamos aprendendo todo dia truques novos para fazer e manter os pneus rodando sem câmara!

Cubos Novatec de 440g o par e com freehub para até 11v no padrão shimano road, eixos de 9mm com blocagens. Porém são coversíveis para 12 e 15mm (eixos passantes), alta qualidade, baixo peso, facilidade de manutenção e versatilidade foram os motivos da escolha.
Os raios da Wheel Smith,  com 1.8 nas extremidades,  trefilados com 1.6 mm de espessura no meio oferecem bastante conforto e ainda assim deixam as rodas responsivas na hora de frear ou tracionar.

Usamos niples de alumínio da Pilar para reduzir um pouco o peso e por serem mais longos esses niples ajudam a conter as torções características dos levíssimos aros ZTR Crest da Stans Notubes. O par de rodas pesa pouco mais de 1,5kg sem pneus e sem discos, ou seja, passa inveja em muita roda esbelta de estrada! Sim cubos vermelho anodizados! Mas tem sempre a opção preta para a maioria das peças que usamos em vermelho…

Bomba_LezynePara complementar,  uma bomba Lezyne, modelo Micro Floor Drive HP, que é levíssima, tem manômetro e é fácil de levar no quadro, queLuz_Lezynem pedala gravel sabe que tubeless pode exigir uma boa bomba em caso de furos. Mas a mudança de piso é o cerne da questão, poder andar com uma pressão adequada em diferentes terrenos faz uma boa bomba com manômetro,  não ser um acessório opcional para esse tipo de bike. É sim totalmente obrigatório!

Suportes de caramanhola Serfas de plástico, simples e baratos, mas que não permitem que as caramanholas caiam, dado o seu formato,  foram instalados nas duas posições disponíveis no quadro da Corratec Allroad. Uma luzinha sinalizadora da Lezyne, a Femto Drive foi instalada na traseira da bike para situações em que o pedal se estende até de noite, estilosa e segura.

Para concluir deixo aqui os usos que faço dessa bike:
1-Commute, é uma bike que uso quase todos os dias para transporte urbano, a relação seria leve para isso, mas acho bom para quando tenho que ir a uma reunião e quero chegar sem suar, ponha na levinha e ativo o modo de paciência extrema nas subida… Hehhe
2-Treinos, enquanto a bike de estrada de carbono está na manuteção, e mesmo quando está chovendo, ou tenho um treino com menos compromisso com desempenho, ou tenho muita subida e quero girar mais, pois a relação é bem leve.
3- Cross Mondays, um treino noturno que fazemos com uma turma na trilha do Parque do Ibirapuera, tem um bom nível de dificuldade técnica para uma bike com pneus mais finos, e muitos tiros curtos. Curvas fechadas, muitas raízes de noite, é uma boa receita para lavar uns tombos e aprender a desviar dos obstáculos, muitos pneus furados, mesmo com tubeless.
4- Viagens para lugares que não conheço bem e tenho chance de ir para a terra e asfalto, ou explorar, sai pelo asfalto entra numa estrada de terra, sai para um singletrack, segue pelo trilho de trem e assim por diante. Aliás esse é o melhor dessa bike!
5- Rolê de final de semana com o Gael (meu filho de 2 anos) na cadeirinha! De vez em quando você vai ver uma foto no nosso instagram por exemplo com um treco preto da Thule na bike, isso mesmo, bike não tenho outra bike de alumínio que aceita cadeirinha…

Você mudaria algo nessa bike? Ficou com dúvidas sobre as escolhas das peças? Estamos à disposição deixe seu comentário aí embaixo!

7 comentários sobre “Corratec Allroad Custom – Allroad do Patrão!

  • A bike ficou realmente incrível. De babar. Apenas ainda fico na dúvida se freios mecânicos valem à pena. Não conheço a marca descrita, mas em Mtb sempre dizem para esquecer os freios a disco mecânicos. Ah, é um exagero ter uma terceira coroa? E essas podem ser ovais?
    Abraço.

  • Oi Ademilson, o problema dos bons freios mecânicos é que eles são caros. São praticamente o preço de freios hidráulicos simples que funcionam tão bem quanto os bons mecânicos. Então para MTB eles acabaram não sendo uma alternativa. Porém, quando se usa grupo de Speed com manetes STI os freios hidráulicos passam a ser caríssimos e aí os bons mecânicos são alternativas bem decentes.
    A Corratec lançou a versão Ultegra da Allroad com freios hidráulicos. Mas acabo achando a versão Claris ainda mais interessante pelo preço e facilidade de compatibilizar peças. Novidades como eixo passante, freios hidráulicos, acabam encarecendo e estreitando a gama de componentes que se pode modificar.
    A Allroad acaba sendo a bike que mais uso, já que ela é muito versátil…
    Abraço!

  • Oi Caetano bom dia,
    A bike está “bué de fixe” como dizem cá os tugas.
    Eu sou o Bruno amigo do Pedro Santana e também cliente e amigo do Zé Mário, quero por isso expressar-lhe o meu muito obrigado, OBRIGADÃO!! por ter levados os meus selins para o ZM recuperar.
    Grande abraço.

  • Fala Caetano,
    tudo bem?
    Muito bacana a bike e sua atual configuração.
    Tenho lido algumas coisas sobre as gravel e isso tem despertado meu interesse por adquirir uma gravel pensando sobretudo em cicloturismo.
    Você já utilizou a bike com bagageiros e alforges?
    Será que ela encararia bem uma viagem mais carregada (do tipo, 20 a 25 kg de bagagem)? Sei que no estilo bike packing, vão muito bem.
    E em termos de terreno: encaram realmente bem uma viagem por estradas de rípio, Carretera Austral, por exemplo? Caminho da Fé é viável?
    Abraço.

    • Oi Vinícius! Desculpe demorar a responder, mas em meio a 8mil mensagens spam, fica difícil achar o que merece resposta!
      Sobre a bike, sim fiz uma viagem com alforges e outra com bikepacking, sou fã do bikepacking, pois gosto de fazer pedais mais rápidos, e acabo sempre me surpreendendo com a capacidade que tenho em resumir minha roupa e necessidades em viagens. Fiz uma viagem para a Alemanha em que vooei com dois volumes e uma mochila como bagagem de mão, um dos volumes era a bike num mala bike dobrável, saí do aeroporto peguei um trem, fui para o vagão de bikes, monstei minha bike e tudo que estava na outra mala, dobrei a mala e o malabike que couberam no bikepacking e fiz a volta ao lado de Constância, saindo de Lindau, depois fui à Eurobike por 2 dias e ainda passei uns dias em Amsterdam na volta.
      Mas entendo que as pessoas não se desapeguem do estilo de viagem com alforges. E sim um cliente está fazendo Carretera Austral com 57kg em bagagem, ele pesa cerca de 85. Claro que isso vai exigir pneus mais largos do que o originais, recomendo 700×42 Speed King da Continental é uma boa pedida e fácil de achar. A bike tem encaixe para rack tanto no garfo quanto no quadro. Com bagageiro Tubus alemão, você pode colocar até 60Kg somente na traseira, a mesma marca produz um rack que suporta 45kg na dianteira, ou Seja são mais de 100kg presos à bike. Claro que vamos sugerir algumas alterações em rodas e outros detalhes se você for levar 100kg de carga, mas a Allroad é tem capacidade de carga nativa de 118kg, isso é ciclista + bagagem. Enfim é uma bike muito robusta. Caminho da fé é viavél sim, sugerimos fazer o caminho que não sobe a Serra da Luminosa, ou se preparar para empurrar por toda a serra, a não ser que você seja um bom escalador e leve pouca bagagem.
      Ficamos à disposição!

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